músicas que lembram pessoas (2)

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A música de que vou falar hoje é a da abertura da série Friends :  I’ll be there for you  da banda “The Rembrandts”.

A primeira vez em que tive contato com a letra, foi quando virei telespectadora assídua da série (o que eu não sou mais).

Quando um amigo se mudou para longe, essa música me fazia lembrar dele, sempre que eu assistia a “friends” as lembranças dos bons momentos que compartilhamos vinha à tona, passavam na minha cabeça como um filme mudo colorido.

Com toda certeza, você se lembrará de alguém ao ler a letra:

I’ll Be There For You

The Rembrandts

Composição: The Rembrandts

So no one told your life was gonna be this way
Your job’s a joke, you’re broke, your love life’s D.O.A.
It’s like you’re always stuck in second gear
When it hasn’t been your day, your week, your month,
or even your year, but…
(Chorus)
I’ll be there for you
(When the rain starts to pour)
I’ll be there for you
(Like I’ve been there before)
I’ll be there for you
(’Cause you’re there for me too)
You’re still in bed at ten and work began at eight
You’ve burned your breakfast so far, things are going great
Your mother warned you there’d be days like these
But what she didn’t tell you when the world has
brought your down to your knees
Chorus
I’ll be there for you
(When the rain starts to fall)
I’ll be there for yo(Like I’ve been there before)
I’ll be there for you
(’Cause you’re there for me too)

 
 

No one could ever know me, no one could ever see me

(Chorus)
I’ll be there for you
(When the rain starts to fall)
I’ll be there for you
(Like I’ve been there before)
I’ll be there for you
(’Cause you’re there for me too)
I’ll be there for you
I’ll be there for you

I’ll be there for you
’cause you’re for me to
o
 

 

http://www.youtube.com/watch?v=jQJsPGD1t0g

Seems you’re the only one who knows what’s like to be me
Someone to face the day with, make it through all the
mess with
Someone I’ll always laugh with
Even at my worst, I’m best with you
Yeah!
It’s like you’re always stuck in second gear
When it hasn’t been your day, your week, your month,
or even your year…

Waking Life

 

 

Este post contém spoilers do filme Waking Life

 

Waking Life é um desses filmes que você pega na locadora por indicação de amigo. Você olha, lê a sinopse no verso da embalagem do dvd, mas não imagina “para onde o filme vai te levar”.

Sem exagero, é um dos filmes da minha vida.

Basicamente, o roteiro conta a história de um jovem, que não consegue acordar de um sonho. Ele visita e conversa com várias pessoas, com as quais tem discussões filosóficas,sobre o mundo onírico, sobre a vida e a natureza humana.

Pode parecer muita informação para um filme tão curto… talvez seja. Eu, nos primeiros cinco minutos de filme, fiquei estática em frente à televisão.

Certo, talvez não estática, eu dei pause, peguei meu caderno de anotações às pressas, voltei para o início e comecei a anotar alguns dos muitos diálogos.

Waking Life foi gravado com os atores primeiro, e depois o diretor Richard Linklater passou o filme para Bob Sabiston que, juntamente com sua equipe de 30 animadores, trabalhou cada cena com computação gráfica, transformando o filme em uma animação.

O filme recebeu 3 indicações ao Independent Spirit Awards, nas categorias: melhor filme, melhor diretor e melhor roteiro. E ganhou os prêmios Cinema do futuro e Lanterna Mágica, no Festival de Veneza.

A chave desse roteiro, na minha modesta opinião, está no enlace das histórias.

O diálogo inicial que transcreverei aqui, é um dos meus favoritos:

A criação vem da imperfeição. Parece ter vindo de um anseio e de uma frustração.

É daí, eu acho, que veio a linguagem. Veio do desejo de trascender o nosso isolamento e de estabelecer ligações uns com os outros.

Devia ser fácil quando era uma questão de mera sobrevivência. Mas fica realmente interessante quando usamos esse mesmo distema de símbolos para comunicar tudo de abstrato e intangível que vivenciamos.

Quando falo ”amor” o som sai da minha boca e atinge o ouvido da outra pessoa. Viaja através de um canal labiríntico em seu cérero através das memórias de amor ou falta de amor.

O outro diz que compreende, mas como sei disso? As palavras são inertes…São apenas símbolos, estão mortas. E há muito da nossa experiência que é intangível. Tanto do que percebemos é inexprimível, é indízível.

E, ainda assim, quando nos comunicamos uns com os outros…e sentimos ter feito uma luigação, e termos sido compreendidos, acho que temos uma sensação quase como comunhão espiritual. Essa sensação pode ser transitória, mas é para isso que vivemos“ 

Outras reflexões são levantadas, como “quais são as barreiras que impedem as pessoas de alcançarem, minimamente, seu potencial? A resposta para essa pergunta pode ser encontrada em outra pergunta, que é : Que característica humana é universal, o medo ou a preguiça?”

Essa questão da ligação que buscamos com as pessoas além de ser algo que realmente ocorre na minha vida, veio à minha cabeça enquanto assistia ao curta de Gus Van Sant “Le Marais“, que faz parte de “Paris, Je T’aime“. É singelo e sutil, uma crítica sobre o curta, com a qual concordo http://www.contracampo.com.br/84/artlemarais.htm .

       Ficha técnica:

Título Original: Waking Life
Gênero: Animação
Tempo de Duração: 97 minutos

Ano de Lançamento (EUA):
2001
Site Oficial:
www.wakinglife.com
Estúdio: Detour Film Production / Independent Film Channel / Line Research / Thousand Words
Distribuição: 20th Century Fox Film Corporation
Direção: 
Richard Linklater
Roteiro: Richard Linklater
Produção: Tommy Pallotta, Jonah Smith, Anne Walker-McBay e Palmer West
Música: Glover Gill
Fotografia: Richard Linklater e Tommy Pallotta
Direção de Arte: Bob Sabiston
Edição: Sandra Adair
 
 

músicas que lembram pessoas (1)

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Estava assistindo à alguns vídeos no youtube.com, da série Gilmore Girls, uma das minhas séries favoritas.

Lembrei-me de um episódio da última temporada, em que Lorelai canta para Rory a música “I will always love you”.

A priori a música era em homenagem à formatura de Rory da faculdade, porém… 

Luke aparece e.. Bom, assistam ao episódio para mais detalhes, pois esse não é o objetivo deste post.

Matei a saudade da série, mas, mais do que isso, ao ouvir a performance de Lorelai, lembrei-me de umas coisas.

Lembrei-me das mesmas coisas que vieram à minha mente quando estava assistindo ao episódio pela primeira vez. A música fez meus olhos se encherem de lágrimas novamente, e talvez, não tenha sido apenas pelos personagens da série.

 Isso não é estranho?

Como algo que, no seu cotidiano parece estar já distante e enterrado, mas acaba voltando à tona…

Músicas são vistas como vilãs nesse tipo de situação.

Há uns dias atrás, uma amiga começou a chorar, quando o meu amigo comentou.. “aí, vocês terão a música de vocês..”.

I Will Always Love You

If I should stay
I would only be in your way.
So I’ll go but I know
I’ll think of you
Every step of the way.And I… will always love you…
I will always love you…
My darling youBittersweet memories,
That is all I’m taking with me…
So goodbye, please don’t cry.
We both know I’m not what you, you need.And I… will always love you.
I… will always love you, ohhh
I hope life treats you kind
And I hope you’ll have
All you’ve dreamed of.
And I wished you joy
And happiness.
But above all this, I wish you love.And I… will always love you…
I will always love you…
I will always love you…
I will always love you…
I will always love you…
I, I will always love you…youDarling I love you
I’ll always
I’ll always
Love you…

http://www.youtube.com/watch?v=VUoEil40qZA

 

 

 

 

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