Salve, salve… caros leitores da minha nutella congelada.
Finalmente, estou escrevendo um post, para não deixar o mês de agosto em branco. Sim, devo desculpas à todos vocês, e acho que devo me justificar.
A questão é que eu estou em ano de vestibular, e, por sinal, amanhã eu farei o ENEM…
Como vocês não têm nada a ver com isso, comprometo-me a tentar continuar escrevendo aqui.
Eis aqui uma música especialmente escolhida, da qual eu gosto muito.
Algo que comecei a observar, é que eu gosto de algumas letras porque me identifico com elas, ou com partes específicas delas, sendo que nessa categoria estão canções desde da banda The Strokes até essa, interpretada pela cantora brasileira Maria Rita (de quem eu já postei sobre outra música).
Não Vale A Pena
Composição: J. E P. Garfunkel
Ficou difícil
Tudo aquilo, nada disso
Sobrou meu velho vício de sonhar
Pular de precipício em precipício
Ossos do ofício
E depois enxergarQue é uma pena
Mas você não vale a pena
Não vale uma fisgada dessa dor
Não cabe como rima de um poema
De tão pequeno
Mas vai e vem e envenena
E me condena ao rancor
De repente, cai o nível
E eu me sinto uma imbecil
Repetindo, repetindo, repetindo
Como num disco riscado
O velho texto batido
Dos amantes mal-amados
Dos amores mal-vividos
E o terror de ser deixada
A mesma velha ferida
E é pra não ter recaída
Que não me deixo esquecerQue é uma pena
Mas você não vale a pena
“Sobrou meu velho vício de sonhar” é o meu verso favorito.
“Pular de precipício em precipício”, me lembra de que eu já estive pendendo entre dois extremos numa fase anterior da minha vida.
E depois enxergarQue é uma pena
Mas você não vale a pena
Não vale uma fisgada dessa dor
Não cabe como rima de um poema
De tão pequeno
Mas vai e vem e envenena
E me condena ao rancor”
Essa última parte, reflete, e falo realmente o que penso, o que sinto a partir da letra, (não querendo ficar com pose de dona da verdade…) o que acontece com todo mundo, pelo menos uma vez na vida.
Aquela velha história de construir uma imagem de uma pessoa, a partir da impressão que você teve dela. Mas a imagem, muitas vezes, adquire vida própria, quase um personagem. Acabamos criando expectativas, esperamos algumas reações, alguns gestos, atitudes, que podem não corresponder ao real, e aí então, nos sentimos imbecis.
Próximo post será escrito com mais calma. E, para quem gostou, a música é do primeiro CD dela, e o vídeo faz parte do DVD (do primeiro cd).
Amor, apesar de eu considerar os Strokes britânicos (eles só podiam ser britânicos!!!)… eles não são. Infelizmente, americanos idiotas. Pelo menos, de NY – A parte dos EUA mais próxima de UK. Minha teoria: quanto mais longe de UK, mais escroto fica. Ahhh, se eles fossem britânicos. Eu vivo discutindo isso com a minha amiga Malu, ela insiste em falar que o sotaque do Jules é britãnico. Mas parece mesmo, eu concordo. Uma pena.
Adorei saber que você espremeu um tempinho para postar aqui. Means a lot to us. Eu eu completely understand what you mean about song lyrics. I feel the exactly the same. O Keane (uuhuu) andou me surpreendendo esses dias com uma música nova que é totalmente final de filme. Linda linda! Eu amo esse tipo de música, se você ficou curiosa é Love is The End. A letra é de chorar. Acho que tem no youtube. Linda demais. E eu preciso saber da Composition. Muito agradecida.
Beijoõeees, boa sorte no ENEM!
Cellita,
é sempre uma honra ter um comentário seu registrado aqui.
Eu te avisarei sobre a composition durante a semana, acho que amanhã te ligo, para passar direitinho…
Xi… foi mal, eu tinha tanta certeza de que os strokes eram britânicos, que nem conferi… e olha que eu tenho o costume de confirmar as informações.
Obrigada por tudo, beijos,
La
PERFIL PSICOLÒGICO:
Larissa em seus frutíferos momentos de exaltação de seu “eu interior” deixa explícito seu sentimento de ódio e rancor para com a vida amorosa. Para seu subconsciente %interior% o amor é maquiavélico, é uma farsa, é a semente da infelicidade %interior% pois não é capaz de satisfazer as necessidades físicas e muito menos as necessidades psicológicas desta pequenina moçoila que possivelmente comeu o biscoito de “Alice no país das maravilhas” para nunca crescer (em termos de altura) para que pessoas na fila da inscrição para o vestibular sintam pena de uma criatura de proporções tão diminutas. Pena ou vontade de colocá-la em uma gaiolinha destinada aos fofíssimos e pequerruchos porquitos da índia; e fazer carinho em sua cabeçinha esperando um riso amigalesco.Assumo: até eu tenho vontade de ter uma Larissinha como Bixete.
(coloque uma ficha e aguarde a continuação)
Parece que a criatura aqui, que perdeu seu tempo de preparo para o vestibular para entrar no meu mísero blog. Sinto-me honrada, antes de tudo.
E, em segundo lugar, sinto que minha personalidade estranha e peculiar (sinais de necessidade de “ser única”?) foi resumida em poucas linhas….
Estará essa misteriosa criatura (Cath), certa a meu respeito? Ou tudo isso não passa de uma farsa, da qual vocês, leitores são meros cúmplices, que nada podem fazer, a não ser assistir, ou melhor, ler, passivamente?
Uma coisa é certa: ela possui criatividade e imaginação, e isso é tudo que tenho a declarar.
tudo que eu tenho a declarar.