despedidas

Depois de meses estou de volta a esse blog que tem existido sofregamente nos últimos quatro anos. Não tive, e deixo isso claro, nenhuma inteção de abandoná-lo. A vida corrida me levou a isso, clássica fala minha quando não quero assumir, mas claro que sou responsável por isso.

Mas a despedida do título do post não é um adeus ao blog, é o tema dos dois textos que publico aqui hoje. Dois de uma vez, ideias nas quais trabalhei ao londo desse tempo em que fiquei sem publicar nada. E espero que gostem.

O tema é despedida – algo que sempre esteve na minha cabeça. E talvez, pelo fato de três pessoas queridas terem se mudado para longe essas ideias e sentimentos apareceram transformados nos dois textos que lhes ofereço mui singelamente.

Os rituais são outra coisa que sempre me incomodaram: são realmente tão importantes – festas de aniversário, colação de grau, festa de despedida, uma despedida ‘formal’ sabendo-se que aquela será a última (pelo menos por um bom tempo)? E foi a partir dessas coisas que escrevi.

Antes disso só queria agradecer aos amigos queridos que aturam meu mau-humor por ficar tanto tempo sem escrever e que me aconselham e apoiam. Especialmente aos da faculdade com quem tenho convivido mais ultimamente. Talvez essa grande pausa tenha me feito perceber (e acho que o filme que assisti ontem:O ninho vazio de Daniel Burmam - que dentre outras coisas fala do ato de escrever): I am not ready to give up writing.

Os textos serão publicados em posts separados.

Especialmente aos que nos últimos dias mais me aturam: Si, Tiago, Acainã. Se eu não citei seu nome, isso só significa que tem sido poupado das minhas implicâncias ultimamente ;)   

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Sobre Larissa Oyadomari

Chata, cri-cri, e difícil de lidar. Paulistana que retorna à cidade depois de afastada por alguns anos. Estudante de História, interessada pela vida. ...y otras cositas más.

One response to “despedidas”

  1. Acainã says :

    Muito bom, La!
    Os dois escritos são bem emocionantes e bem construídos =)
    Além de ‘despedida’, também trazem um sentimento comum, essa melancolia clara e bonita das relações interpessoais, que são tão difíceis.
    Bom, já chega de interpretações baratas por hoje.
    Continue escrevendo, que a gente continua lendo.
    Abraço

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