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Balanços (oh, next year)

Toda vez que chega o fim de um semestre, e, principalmente, no final de um ano, eu tomo alguns instantes, que podem se prolongar por dias, para fazer uma espécie de balanço pessoal. À primeira vista, pode parecer algo típico de quem se diz uma ex-perfeccionista, mas na verdade é algo que descobri como sadio, ajuda a colocar as coisas em perspectiva, pesar o que deu certo e o que deu errado. Reavaliar comportamentos. Tomar decisões. Hora de determinar o que continua e o que não.

                Outras pessoas preferem fazer as resoluções de ano novo. Talvez a segunda parte do balanço são as resoluções,não sei ao certo. Mas pelo menos para mim, resoluções por si só, ou combinadas com roupas de cores específicas não se mostraram tão eficazes, bom, talvez eu seja só uma exceção. O fato é que a passagem do ano, assim como o fim de alguma etapa suscita em quase todos desejos de mudar. Esperanças de que talvez nesse ‘novo’ ano, semestre, mês, o que seja, que está por vir mude as coisas para melhor.

                E é sobre essas expectativas, desejos de mudança, promessas feitas para nós mesmos e resoluções de ano novo que versa a música ‘Next Year’ de Jamie Cullum que selecionei para esse post.


Next Year,
Things are gonna change,
Gonna drink less beer
And start all over again
Gonna read more books
Gonna keep up with the news
Gonna learn how to cook
And spend less money on shoes
Pay my bills on time
File my mail away, everyday
Only drink the finest wine
And call my Gran every Sunday
Resolutions
Well Baby they come and go
Will I do any of these things?
The answer’s probably no
But if there’s one thing, I must do,
Despite my greatest fears
I’m gonna say to you
How I’ve felt all of these years
Next Year, Next Year, Next Year
I gonna tell you, how I feel
Well, resolutions
Baby they come and go
Will I do any of these things?
The answers probably no
But if there’s one thing, I must do,
Despite my greatest fears
I’m gonna say to you
How I’ve felt all of these years
Next Year, Next Year, Next Year

 

Corinne comes to Brazil!

Pela primeira vez, Corinne Bailey Rae vem ao Brasil.

Show em São Paulo, dia 4 de novembro no caríssimo (na verdade carésimo) Via Funchal.

A vinda dela ao Brasil foi confirmada em seu perfil do Facebook.

Ingressos que custam entre R$ 150 (mezanino lateral) e R$ 600 (plateia VIP e camarote) Eles estão à venda na bilheteria da casa de espetáculos, no site www.viafunchal.showare.com.br e em pontos de venda em Guarulhos e Santana de Parnaíbal

Ela vai apresentar hits do primeiro cd, mas concentrará o show no seu segundo trabalho, todo dedicado ao seu marido, morto por overdose acidental em 2008. A cantora britânica sumiu da mídia por um tempo após a tragédia até lançar “The sea” neste ano. O álbum é um dos finalistas do Mercury Prize, maior premiação musical do Reino Unido.

Quer uma amostra do que vai tocar por aqui?

http://nutellacongelada.wordpress.com/2010/06/30/for-the-lovers/

vídeo de performance ao vivo:

http://www.youtube.com/watch?v=oq2T3Swj61g&feature=fvsr

Atualizações musicais

No post ‘hold me in your arms’, escolhi a música “Solitude”, em performande de Billie Holiday para acompanhar, mas acho que a mais adequada seria “A house is not a home”, se levarmos em conta os primeiros versos.

A House Is Not A Home

A chair is still a chair
Even when there’s no one sitting there
But a chair is not a house
And a house is not a home
When there’s no one there to hold you tight,
And no one there you can kiss good night.

 

A room is still a room
Even when there’s nothing there but gloom;
But a room is not a house,
And a house is not a home
When the two of us are far apart
And one of us has a broken heart.

 

Now and then I call your name
And suddenly your face appears
But it’s just a crazy game
When it ends it ends in tears.

 

Darling, have a heart,
Don’t let one mistake keep us apart.
I’m not meant to live alone. Turn this house into a home.
When I climb the stair and turn the key,
Oh, please be there still in love with me.

Aqui vão algumas opções de versões (a segunda, a gravação é muito boa, e segundo li, foi a que consagrou a música, teria sido a primeira gravação):

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Uma coisa que é estranha, o post anterior, ‘Procura-se’ é um dos escritos  mais pessoais que postei aqui, entretanto, ‘no feebcaks so far’. Talvez soe muito como Drummond? Ou então muito pessimista? É algo tipo sentimento de mundo mesmo, escrito num intervalo de aula, de uma vez só, com algumas alterações feitas a posteriori.

Por ora é só. Quase no fim do semestre. Correria é pouco.